
For its debut at Collectible Brussels 2026, BS Galleria presents a solo exhibition by Patricia Faragone, featuring works in cast and blown glass from the Tutti Frutti and Tutti Frutti Goes Beyond series. Each piece is blown, sculpted, and molded by the artist in her studio, underscoring the central role of gesture and technical mastery in her practice.
In the works presented at the fair, Faragone explores glass through more sculptural configurations. Drawing on childhood memories, she creates colorful objects that evoke the forms of candies, cakes, and puddings, blurring the boundary between functional design and affective narrative.
The table sculptures are displayed atop two rosewood pieces from the Brazilian modern period.
This relationship of support and superimposition generates a productive tension:

the sideboard designed by architect Sergio Rodrigues, an icon of modern Brazilian design, and the bench produced by Tora, both originally conceived for functional purposes, become bases for the sculptural works. By occupying this position, the glass reinterprets the domestic environment as a site of aesthetic experimentation. The result is a composition that articulates heritage and invention, permanence and fluidity.
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Para sua estreia na Collectible Brussels 2026, a BS Galleria apresenta uma exposição individual de Patricia Faragone, reunindo obras em vidro fundido e soprado das séries Tutti Frutti e Tutti Frutti Goes Beyond. Cada peça é soprada, esculpida e moldada pela artista em seu ateliê, evidenciando o papel central do gesto e do domínio técnico em sua prática.
Nas obras apresentadas na feira, Faragone explora o vidro por meio de configurações mais escultóricas. A partir de memórias da infância, cria objetos coloridos que evocam formas de doces, bolos e pudins, borrando a fronteira entre design funcional e narrativa afetiva.
As esculturas-mesa são apresentadas sobre duas peças em jacarandá do modernismo brasileiro. Essa relação de apoio e sobreposição gera uma tensão produtiva: o aparador desenhado pelo arquiteto Sergio Rodrigues, ícone do design moderno brasileiro, e o banco produzido pela Tora, ambos originalmente concebidos para funções utilitárias, tornam-se bases para as obras escultóricas. Ao ocupar essa posição, o vidro reinterpreta o ambiente doméstico como um campo de experimentação estética. O resultado é uma composição que articula herança e invenção, permanência e fluidez.